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Bolsas “Made in Brazil” conquistam Nova Iorque

Varejistas brasileiros fecham $ 6,6 milhões na feira de Acessórios em NY.

Viviane Faver

viviane faverAs exóticas bolsas feitas à mão no Brasil conquistaram representantes de marcas estrangeiras na feira Accessories The Show, realizada no Javits Convention Center, em Nova York. O Brasil foi representado por seis empresas oriundas de diferentes estados do nosso País. Elas juntas fecharam negócios em torno de 6,6 milhões de dólares, com estimativas de mais 22 milhões de dólares em vendas nos próximos 12 meses, segundo Lilian Kaddissi, gerente executiva do Texbrasil.

Lilian acrescenta que participar desse evento é importante e estratégico, uma vez que o Estados Unidos está entre os principais mercados importadores dos produtos apresentados na feira. “Além disso, a marcas têm a oportunidade de atingir outros mercados que estão próximos como Canadá e México, por exemplo”, declara.

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A marca de bolsas de couro artesanais, Agali, criada em 2016, em São Paulo, foi destaque na feira. E o sucesso foi tanto que já projeta crescimento de 20% para 2018 comparado com 2017.  Segundo a gerente comercial da marca, Juliana Moreira, o objetivo de participar do evento nos Estados Unidos foi para realizar novos negócios e expandir a marca. “Já temos parceria com uma representante nos Estados Unidos e ela viabilizou nosso acesso para essa feira, então resolvemos apostar”, diz Juliana.

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Também no segmento de bolsas feitas à mão, a marca Catarina Mina que nasceu no Ceará há 12 anos. Foi esta a sua primeira apresentação numa feira de atacado internacional. Segundo a proprietária e designer, Celina Hissa, o convite foi feito pelo consulado brasileiro para alavancar estratégias e planejamento da marca para exportação.  A marca que começou a fazer negócios com o exterior este ano já teve êxito. Só na semana passada, conta Celina, fecharam vendas para México, Chile e Porto-Rico. “Todos dizem que a participação em feiras precisa ter continuidade. Essa foi a primeira. Tivemos vários resultados positivos, fechamos negócios em Miami, Dubai e outros países”, conta Celina. Ela acrescenta que sua empresa teve um crescimento de 30% no ano de 2017 comparado com o igual período em 2016. “Em 2018 pretendemos manter o crescimento.”

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