Rodolfo (Johnny Massaro) e Lucrécia (Tatá Werneck)

Johnny Massaro e Tatá Werneck falam de ”Deus Salve o Rei”

Novela escrita por Daniel Adjafre, com direção artística de Fabricio Mamberti,  é ambientada no período medieval e tem como ponto de partida dois príncipes que não querem herdar o trono. Trata das escolhas e suas consequências, além questionar o poder do destino na vida das pessoas. Estreou no canal internacional da Globo no dia 9 de janeiro.

Confira aqui a nossa entrevista com Johnny Massaro, o príncipe Rodolfo, de ‘Deus Salve o Rei’, e par da Tatá Werneck (Lucrécia).

1)    Quem é o príncipe Rodolfo?

O Rodolfo é um dos príncipes de Montemor, o Reino mais poderoso de toda a Cália – a região onde se passa a história. Ele é um completo irresponsável, um bon vivant; acho que ele acaba sendo um personagem de si mesmo de certa forma, porque ele não foi preparado para ser rei. Repentinamente assume o trono, algo que ele nunca pensou nem nunca quis. Por isso, acaba por vestir um pouco o personagem do rei, com muita energia, ego e vaidade envolvida. Essa coisa do rei, apesar de ele não saber, acaba por cair que nem uma luva nele, porque assim consegue dominar tudo. Ele acaba ganhando gosto e o resultado é algo hilário porque não ele tem a menor noção das coisas, mas ao mesmo tempo tem um enorme poder. Para o Rodolfo, por outro lado, a sua situação é um pouco desesperadora porque – daquilo que eu percebi em filmes, séries, etc. –, as pessoas eram de fato preparadas para assumirem o trono desde pequenas e isso nunca lhe passou pela cabeça. Mas não tem como negar, pois há uma tradição e uma linha de sucessão que precisa de ser respeitada.

2)    Qual a relação do Rodolfo com as mulheres? 

O Rodolfo é alguém que não pode ver um rabo de saia que fica completamente maluco, é esse o seu foco na vida. Acaba por ser engraçado porque cada novo affair do Rodolfo é uma nova pessoa que chega para interagir e interferir com a história, pois cada novo relacionamento traz uma série de novas confusões, e tudo isso é algo muito bom, muito divertido. Quanto mais eu lido com o personagem, mais eu percebo que ele não é nada vilão. Não é uma má pessoa mas uma vítima do próprio destino e ele tenta lidar com isso o melhor possível. Além disso e, apesar de estarmos no começo, já consigo perceber que o Rodolfo tem vários lados e pode ser absolutamente cômico, mas também tirano, ou carinhoso – como todos podem, no final das contas.

Deus Salve o Rei

3)    Como foi a preparação para o papel?

Foi tudo muito bem cuidado: tivemos um mês de preparação, e todo elenco interagiu muito. Cada detalhe foi pensado e isso facilita imensamente para entrarmos na história. Tudo vai somando e desde detalhes como o brinco, a “monocelha” e o cabelo, ajudam na construção do personagem. Tivemos ainda aulas variadas, desde culinária, equitação, luta e dança medieval. O mais engraçado de tudo isto é que o Rodolfo não sabe fazer nenhuma dessas coisas, pois nunca precisou saber nem quis saber, então eu mesmo parei as aulas em um dado momento.

4)    E como é a relação de Rodolfo com Lucrécia?

A relação do Rodolfo e da Lucrécia, princesa de Alcaluz, é muito específica. Primeiro porque o Rodolfo é tudo aquilo que eu já disse, e a Lucrécia é uma quadripolar maluca, que oscila de humor de um momento para o outro, da fofura para a completa agressividade. Então a interação entre os dois costuma ser muito engraçada, intensa e louca, especialmente tratando-se da Tatá Werneck, que interpreta a princesa. Podemos esperar de tudo desses dois.

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