Luna/Fiona (Juliana Paiva)
 Crédito: Globo/Camilla Maia

Juliana Paiva comenta o trabalho em ‘Salve-se Quem Puder’

Alexia/Josimara (Deborah Secco), Luna/Fiona (Juliana Paiva) e Kyra/Cleyde (Vitória Strada). Crédito: Globo/João Miguel Júnior

Alexia/Josimara (Deborah Secco), Luna/Fiona (Juliana Paiva) e Kyra/Cleyde (Vitória Strada). Crédito: Globo/João Miguel Júnior

Após um ano, ‘Salve-se Quem Puder’ voltou ao ar no dia 22 de março, com exibição desde o primeiro capítulo, marcando a retomada da história, que foi interrompida em função da pandemia. Os novos capítulos começam a ser exibidos em maio. 

Como foi a experiência de voltar às gravações da novela nos Estúdios Globo após cinco meses de interrupção?

A experiência da volta foi muito bacana, porque a gente estava com muita saudade de trabalhar. A novela parou em um momento crucial onde a história estava se desenrolando, então, quando a gente teve essa pausa, foi meio traumático porque a gente queria muito continuar contando essa história. Voltamos seguindo todos os protocolos de segurança e nos adaptamos fazendo nossa própria caracterização e cuidando do figurino. Costumo dizer que foi como se a gente tivesse juntando o teatro com TV. É uma coxia de teatro, com cenário e a magia da televisão. Voltamos para a história que a gente precisava contar e finalizar. E deu tudo certo.

E o reencontro com elenco e equipe nos bastidores das gravações?

A parte da falta de abraço e de beijo por conta do distanciamento social foi especialmente difícil para mim porque eu sou uma pessoa muito afetiva e adoro abraços (risos). Tudo foi em função desta adaptação, do ‘novo normal’. Ainda assim, conseguimos relaxar para mergulhar no ambiente dos personagens. Fora isso, a gente também contou com o aparato da tecnologia para fazer algumas cenas.

Como foi retomar o personagem depois de tanto tempo? Encontrou algum tipo de dificuldade?

Dificuldade não. O olhar do outro ajuda muito na cena. A gente encontra esse lugar de pertencimento. Mas é estranho quando nos afastamos do nosso ‘amigo diário’ que é o personagem. Quando a gente faz uma novela, ficamos 24h pensando e exercitando. Então, eu fiquei com saudade mesmo da Luna. Na época, até brinquei com o Fred (Mayrink, diretor): “Será que eu lembro como faz isso?”. Mas a gente lembra. É igual a andar de bicicleta!

O que o público pode esperar da fase final de ‘Salve-se Quem Puder’ com a exibição dos capítulos inéditos a partir de maio?

Terá muita cena de ação, as questões emocionais da Luna e os desfechos desta história que desenvolvemos. Estou numa expectativa grande para ver no ar. Luna e Helena terão o tão esperado encontro verdadeiro. É a cena em que estou mais ansiosa para assistir porque a gravação foi muito emocionante. Desta vez, foi um processo diferente de qualquer outro trabalho anterior. Novela é uma obra aberta, um processo vivo. A gente vai gravando e sentindo a resposta do público. Agora vou assistir junto com todos como espectadora.

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